Fonoaudióloga infantil · Osasco e Granja VianaIntervenção precoce para atraso de fala e autismo (TEA)
Se você sente que seu filho ainda não se comunica como esperado, sua preocupação é válida e você não precisa esperar. Um cuidado baseado em evidências, com princípios da ABA, e a família como parte do processo.
- CRFa 2-23128
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Quem vai cuidar do seu filho

Victoria Camini Ito
Fonoaudióloga formada pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), com especialização em Linguagem Infantil e pós-graduação em andamento em Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Atende crianças com atraso de fala e linguagem, TEA e dificuldades de aprendizagem.
Acessar Currículo Lattes CompletoCuidado centrado na família
Pais e cuidadores participam das sessões e recebem orientações práticas para levar a comunicação para a rotina de casa, onde a criança passa a maior parte do tempo.
Especialidades
Como posso ajudar
Atraso na Fala e Linguagem
Intervenção precoce em crianças com atraso no desenvolvimento da fala e linguagem
Transtorno do Espectro Autista / TEA
Atendimento a crianças com Transtorno do Espectro Autista, com princípios da ABA
Comunicação Alternativa
CAA · PECS · PODD
Implementação de sistemas de Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA), PECS, PODD e Core First
Dificuldades de Aprendizagem
Avaliação e intervenção em transtornos de aprendizagem e transtornos dos sons da fala
Para profissionais
Supervisão Clínica
Para fonoaudiólogos e profissionais de outras formações.
Dúvidas frequentes
É normal ter perguntas
Quando devo procurar uma avaliação?
Alguns sinais merecem atenção: não balbuciar até os 12 meses, não falar palavras até 16–18 meses, não juntar duas palavras aos 2 anos, ou pouca troca de olhar e interação. Na dúvida, avaliar cedo é sempre melhor do que esperar.
Como funcionam as sessões?
Começamos com uma avaliação para conhecer a criança e a família. A partir dela, as sessões têm objetivos claros, acontecem por meio do brincar e terminam com orientações para os pais.
Meu filho precisa ter diagnóstico para começar?
Não. A intervenção pode e deve começar assim que surgem as dificuldades. Quando necessário, faço a ponte com pediatra, neuropediatra e outros profissionais.
Os pais participam do atendimento?
Sim. A família é parte do processo: você aprende estratégias para estimular a comunicação no dia a dia, o que acelera e sustenta os avanços.





